VLOG 003 // A DAY IN RIO

Tô muito daily vlogger, que isso! Peguei gosto por filmar os momentos de meu dia quando ele sai um pouco da minha rotina e tudo indica que vocês gostam que eles sejam compartilhados com vocês. Apesar da minha estadia na Ilha Grande não ter rendido tantos frutos fotográficos legais para trazer pra cá, um dos dias que tive que passar no Rio foi bem produtivo e rendeu esse vlog que lhes apresento.

Comecemos do começo. Minha saída de São Paulo foi tranquila, chegada no aeroporto tranquila também. Depois de ouvir meu nome sendo anunciado porque aquela era a última chamada para o meu voo, embarquei correndo como uma louca.

image247 Cheguei no aeroporto do Rio e, acho chegar na esteira de retirada das bagagens, lá estava meu nome sendo anunciado mais uma vez. Minha mala tinha ficado em São Paulo e eu iria para Ilha Grande no dia seguinte, às 8 da manhã. Que beleza, não? Mas como o dia estava (pra ficar) bonito, não me deixei abalar por isso.

Fui pro hostel no qual amo ficar, o Ipanema Beach House. Além da galera que normalmente se hospeda lá ser super aberta, a localização é excelente e de lá fica fácil fazer qualquer coisa. Catei as poucas coisas que tinha comigo e fui matar a fome que me matava. image248Sabe aquele lugar que você sempre quis visitar mas que, por algum motivo, nunca consegue ir? Depois de muito tempo fui no Verdin, um restaurante bem estilo Club Life to go que eu mostrei num outro vlog.

image249 Localizado no Leblon, o restaurante também segue essa linha fitness-natureba e tem um dos cardápios mais diferentes que eu já vi. Apesar da fome ser grande, uma salada de pote e uma porção de mandioca assada com crosta de castanhas e coco foi o suficiente para me satisfazer. Bom frisar que o atendimento lá é muito amor <3image250image234

Como boa paulistana com alma caiçara, assim que o tempo abriu corri para a praia matar minhas saudades do mar. Quando cheguei, a praia de Ipanema estava bem cheia mas a gente sempre arranja um lugarzinho pra estender a canga e fritar debaixo do sol. Depois, foi hora de saciar o desejo do melhor açaí que eu já comi na vida, o açaí da BIBI Sucos <3

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Alguns planos realizados depois, o cansaço bateu e voltei para o hostel pra dar aquela descansada. Chegando lá, uma surpresa feliz: minha mala tinha chegado! Poderia ir pra Ilha no dia seguinte tranquilamente. Tirada minha sonequinha, corri pra um dos meus restaurantes favoritos no Rio, o Delírio Tropical, outra sugestão pra quem quer um lugar fitness-natureba pra comer.

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Eles tem pencas opções de saladas diferentes que você pode complementar com mais algum carboidrato ou proteína da sua escolha; as sobremesas também são incríveis.

E esse foi meu dia no Rio de Janeiro! Amo essa cidade o quão surreal é a paz que ela me traz <3

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Sobre comer em Buenos Aires // Preços e restaurantes que indico

Desde minha reeducação alimentar e minhas indas e vindas na vida vegetariana, muita coisa da minha alimentação mudou e eu me tornei uma pessoa relativamente exigente nesse ponto. E essa era justamente uma das questões que mais me preocupam quando vou viajar: será que vou ter o que comer? Juntando isso com alguns  vários  pedidos, resolvi gravar um vídeo falando um pouco mais de como me virei por lá nessa questão. Quer saber mais sobre o assunto? Clica no play!

Caso tenha curtido o vídeo, dê um joinha; assim você faz com que mais pessoas também possam saber de todas essas dicas. Se você ainda não se inscreveu no canal, tá esperando o que? Os inscritos ficam sabendo dos vídeos novos antes que todo mundo ;)

♡ RESTAURANTES CITADOS ♡BSAS COMER

Follow me around: El Caminito + 2 minute tour

Follow me around: El Caminito + 2 minute tour

Acho que não conheço absolutamente ninguém que tenha passado por Buenos Aires e não tenha ido ao bairro La Boca, seja pelas instalações do Boca Juniors ou pela região do El Caminito. Esse foi um dos pouco lugares que peguei um táxi pra ir, já que na região não há estações de Subte; quando estava no centro vi que alguns ônibus diziam que passavam por lá, mas não me arrisquei a pegar nenhum.CAMINITO_2Bom, mas vamos ao que interessa. O bairro La Boca surgiu como uma grande reunião de imigrantes, principalmente italianos (genoveses, em especial) e espanhóis, que chegaram ao país pelo porto próximo à área e por lá acabavam trabalhando. As construções multicoloridas hoje restauradas eram originalmente feitas de sobras de materiais provenientes do porto: tábuas de madeira, placas de metal e tintas.CAMINITO_1Por ser um bairro carente, várias famílias acabavam morando numa mesma casa, como uma espécie de cortiço. Essas construções são conhecidas como “conventillos”; por ter se tornado um ponto turístico, as casas não são mais habitadas e dão lugar à restaurantes e lojas de souvenirs  (ou famosas lojinhas de cacarecos de viagem). No chamado Conventillo Historico, é possível entrar de graça e conhecer por dentro a estrutura da antiga moradia dos imigrantes.

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A explosão de cores é a característica mais forte do local e o principal motivo de ele atrair tantos turistas. Infelizmente, quase tudo na vida tem seu lado ruim. Mesmo movimentando muito dinheiro com o turismo, o bairro ainda é uma região muito pobre e um tanto quanto perigosa, principalmente durante à noite. Por isso, é recomendado ter muito cuidado ao andar pelas proximidades, principalmente durante a noite.

Apesar de ter sido a atração turística mais lotada em que estive durante toda a viagem, consegui filmar um pequeno tour pelas ruas em que passei. Clica no play e conheça um pouco mais do lugar!

Espero que tenham gostado! <3

Follow me around: Paseo El Rosedal + mini tour

O Paseo el Rosedal não era um lugar que eu fazia questão de ir, mas acabei indo já que nesse dia eu e minha mãe tínhamos ido a Palermo juntas. O lugar me surpreendeu muito e fiquei feliz de o ter visitado! Ele fica do ladinho do Jardim Japonês e em frente ao Planetário Galileo Galilei, fazendo parte do chamado conjunto de Bosques de Palermo. Chegar lá utilizando transporte público é bem fácil, basta pegar um ônibus que rode pela Av. Santa Fé ou descer na estação Plaza Italia e caminhar pela Av. Sarmiento.ROSEDAL_2O Paseo é como um grande parque, com entrada gratuita. Em alguns pontos me lembrou o Parque Ibirapuera: o lugar conta com um grande lago onde é possível alugar pedalinhos e uma larga ciclovia onde muita gente aproveita pra correr ou andar de patins, bicicleta, etc. O diferencial é a plantação de roseiras de diferentes cores e algumas construções super gracinhas que acompanham essa vibe floral meio romântica. O ponto turístico foi construído em 1914, inspirado nos moldes dos jardins parisienses; hoje em dia ele é um patrimônio cultural de Buenos Aires.

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Pausa para relatos do tipo a-beleza-nas-coisas-simples-da-vida. No dia fazia um calor absurdo e nos momentos em que batia uma brisa, o efeito do ventinho gelado era incrível era duplamente maravilhoso. Além de refrescar um pouco, o vento deixou mais perceptível ao olfato e espalhou por todo o parque o perfume das rosas. Por mais que eu tente explicar o quão incrível foi a sensação, acho que nunca vou encontrar palavras que descrevam bem essa experiência. Acho que esse foi o principal motivo de eu ter amado tanto o lugar, apesar de os campos não estarem tão floridos por causa da época do ano.
ROSEDAL_1E é claro que eu não podia deixar de gravar um mini tour pelo Rosedal! Curtinho, mas dá pra ter uma boa ideia de como o lugar é lindo. Bora assistir?

Follow me around: Jardim Japonês + 1 minute tour

Follow me around: Jardim Japonês + 1 minute tour

Não sou muito de turistar, mas se tinha um lugar que eu queria muito conhecer em Buenos Aires, era o Jardim Japonês. Já tinha visto várias fotos do lugar e desde então me encantei por ele; ao vivo é melhor ainda!11133696_970467202965801_2357551718073115569_n
Localizado na região de Palermo, o Jardín Japonés foi construído no final da década de 60, na ocasião em que o então príncipe-herdeiro japonês, atualmente imperador, visitou Buenos Aires. O jardim fica na esquina das avenidas Figueroa Alcorta e Casares e a são cobrados 50 pesos por entrada. O dinheiro é utilizado na manutenção do espaço, feita pela Fundação Cultural Argetino-Japonesa, que administra o local.
JARDIN_2Além da área externa, repleta de elementos simbólicos típicos da cultura japonesa, o Jardín conta com um prédio, que onde há um restaurante e um espaço no qual são desenvolvidas algumas atividades culturais, como cultivo de bonsais. Nesse espaço também rola uma casa de chás, que não cheguei a ir, mas dizem que pra quem visita BsAs no inverno é uma ótima pedida.
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Apesar de não ser muito chegada em botânica, como uma boa bióloga a parte da visita que mais me chamou a atenção foi encontrar essa Hibaku Jumoku, uma descendente de uma das árvores que conseguiram germinar e sobreviver no solo radioativo pós- ataque de Hiroshima. Para os japoneses, as plantas sobreviventes são símbolo de vida e esperança.
JARDIN_1Uma das coisas que me fez gostar tanto do lugar foi a sensação de paz de espírito que ele passa, não é a toa que muita gente vai lá para meditar. O espaço é uma espécie de “oasis zen” na cidade; até de dentro do Jardín o contraste entre o espaço verde e calmo e a típica vida-urbana-de-concreto é perceptível.Processed with VSCOcam with a4 preset

Apesar das fotos, queria mostrar a beleza do lugar de um jeito mais real e gravei um mini tour pelo Jardín. A qualidade da imagem não está lá essas coisas pois gravei tudo do celular, mas espero que vocês consigam ver que a visita vale muito a pena.

Espero que tenham gostado <3 Ainda vão rolar vários outros posts sobre os principais pontos de Buenos Aires, fiquem ligados!

20 aos 20: #4 Buenos Aires + FAQ

Quem me acompanha pelo Instagram ou curte a fanpage do blog sabe que na Semana Santa eu e minha mãe fomos para Buenos Aires. Tirando as passagens aéreas, toda a viagem foi planejada por conta própria, seguindo a linha de todas as dicas que eu já compartilhei nesse post. Sempre tive vontade de conhecer a Argentina e a capital sempre foi um dos destinos para os quais eu queria ir antes de morrer rs; a princípio pela beleza da cidade, que via em fotos, depois pela população, já que na Copa do Mundo do ano passado tive oportunidade de conhecer um pouco do jeitinho dos hermanos. Passamos 6 dias em terras porteñas e esse tempo foi mais do que suficiente para eu me apaixonar por tudo de lá.

Nos próximos dias vão rolar vários posts sobre a viagem, com muitas dicas e vídeos! Por agora, vou falar um pouco sobre algumas informações que eu considerei muito relevantes tanto no pré quanto no durante-viagem e que acho que vai esclarecer boa parte das dúvidas de quem pretende dar uma passadinha em BsAs.

(+) F.A.Q.

quartoSobre o hotel
Depois de muito pesquisar sobre hotéis, acabamos nos hospedando no Rochester M, que fica na calle Esmeralda. A localização não podia ser melhor! Apesar de ser bem movimentada por estar praticamente no coração da cidade, a rua era relativamente silenciosa e muitas coisas estavam tão perto de nós que foram poucas as vezes em que peguei táxi ou transporte público para ir à algum lugar específico ou ponto turístico que queria visitar. Ficar no centro é uma ótima opção pra quem vai a Buenos Aires pra turistar; já pra quem curte um role mais boêmio, a área de Palermo/Recoleta tem uma vida noturna mais badalada.
transpDeslocamento: Grande parte das coisas eu fazia a pé, tanto pela localização do hotel quanto pelo fato de Buenos Aires ser uma cidade bem compacta, como um já haviam me falado antes. Sou suspeita pra falar, já que andar pra mim não é um problema, mas creio que essa é a melhor opção pra quem quer conhecer a cidade; indo aos lugares a pé, percebi o quão próximos meus pontos de interesse eram e acabei otimizando muito meu tempo por lá. Não cheguei a pegar ônibus, mas fui à alguns lugares de Subte (o metrô deles). A passagem não é cara, 5 pesos, mas achei os trens bem mal conservados e um tantinho encardidos; as linhas atendem bem à maioria dos principais checkpoints de todo turista. Pegar táxi também é uma opção super válida! Em relação ao que pagamos aqui no Brasil, o taxímetro porteño só faz cócegas no orçamento.

Dá pra se virar sem saber espanhol?
Sim! Apesar de ter tido aulas na escola por alguns anos, meu espanhol estava beeem enferrujado, mas com a convivência ele evoluiu bem durante a viagem. Minha mãe, que não falava uma palavra em espanhol, sofreu um pouquinho no começo mas depois de um tempinho (e de comprar um mini-dicionário) conseguiu se virar bem quando estava sozinha. Por receberem muitos brasileiros, os argentinos já estão acostumados com o português e a maioria se arrisca no portunhol ou no inglês pra que a comunicação role.

Vale a pena comprar lá? 
Como o peso é uma moeda desvalorizada em relação ao real, comprar algumas coisas lá pode ser um grande negócio. Comigo rolou a feliz coincidência da data da viagem bater com a época de troca de estação, ou seja: rebajas (liquidações) everywhere! A intenção da viagem não era se jogar nas compras, mas acabamos comprando várias coisas porque os preços compensavam muito; cheguei a pagar 100 pesos (aproximadamente 35 reais) num par de alpargatas e 120 numa carteira. Por alguns contratempos não conseguimos ir aos famosos outlets da Av. Córdoba, mas boatos de que lá também é um bom lugar pra quem tem planos de renovar o guarda-roupas.

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Câmbio: Por recomendação de amigos da minha mãe, trocamos reais por pesos no Brasil apenas pra ter dinheiro pra pagar o táxi e comer alguma coisa, já que vale muito mais a pena fazer o câmbio na Argentina. O melhor lugar pra realizar a troca de moedas é no Banco Central, por causa das taxas, mas também há uma infinidade de casas de câmbio espalhadas pela cidade. Em algumas ruas, principalmente na região da calle Florida (outro point de compras), é muito comum ver pessoas “aleatórias” anunciarem que realizam a troca, mas cuidado: numa dessas é fácil fácil te passarem notas falsas.

E ai, everybody ready pra o que está por vir? Tem vários posts legais só esperando pra serem publicados! Fiquem ligades <3

20 aos 20: #1 Viajar sozinha + Planejando viagens

20 aos 20: #1 Viajar sozinha + Planejando viagens

Vou contar pra vocês um segredo: em 1º de janeiro desse ano acordei inspirada e resolvi que iria me arriscar mais, fazer aquilo que sempre tive vontade mas que me faltava coragem na hora de pôr o plano em prática. Pensando nisso, fiz uma listinha de 20 antigas vontades que tenho e minha meta é dar check em tudo até meu aniversário desse ano. Apesar do blog ser voltado pra moda e beleza, achei que seria interessante compartilhar isso com vocês; de repente, esse é o empurrão que alguém precisa pra também realizar planos que estão pra ser postos em prática a muito tempo. Dependendo do assunto, também vou dar dicas valiosas pra vocês. Bora começar?

#1 Viajar sozinha

Em janeiro desse ano, resolvi que queria ir pro Rio de Janeiro, nem que fosse all by myself, e foi justamente isso que aconteceu. Na cara e na coragem, corri atrás de tudo sozinha: passagens, hospedagem, passeios etc. Resultado? A viagem não poderia ter sido melhor! Conheci muita gente, fui a muitos lugares legais e consegui aproveitar cada segundo da minha estadia na cidade maravilhosa.







Mas, na minha opinião, o ponto alto da viagem foi o fato de que eu passei a me conhecer muito melhor, além de ganhar um pouco mais de independência e maturidade. Desde que fiz meu intercâmbio para Brighton, aprendi que viajar sozinha me faz um bem mental imensurável e me faz evoluir muito como pessoa. Acho que todo mundo devia fazer isso pelo menos uma vez na vida! É uma experiência muito enriquecedora em vários aspectos.

“Projeto Verão 2015
Para a alma
Não ficar sedentária
Corra
Riscos.”

Zack Magiezi

(+) Dicas para planejar viagens!

Não vou mentir pra vocês: fazer uma viagem “por conta” é muito trabalhoso, mas vale super a pena no final, já que nem sempre fechar uma viagem com uma companhia especializada é sinônimo de satisfação. Pra você que também pensa em correr atrás de tudo pra sua próxima viagem, aqui vão algumas dicas que tenho certeza que vão te ajudar muito!

1. Planejamento inicial: O primeiro passo é sempre decidir destino e datas de ida e volta, afinal, tem que rolar toda uma programação pra que a viagem aconteça. Se possível, tenha uma certa flexibilidade em relação às datas, principalmente se a viagem for fechada de última hora: nem sempre a disponibilidade de hotel ou vôos bate perfeitamente com seus planos iniciais. Financeiramente, a melhor época pra viajar são as baixas temporadas, que normalmente englobam aqueles meses em que não há férias escolares e grandes feriados como Carnaval, Páscoa, etc e meses de meia estação; nessa época também costuma ser mais fácil reservar passagens e hospedagem para as datas desejadas.

2. Procure recomendações de estadia: Essa é a parte que mais me preocupa e na qual eu gasto mais tempo na hora de fechar uma viagem. Na hora de fazer as reservas do hostel/hotel preste atenção em aspectos como localização, serviços inclusos e infraestrutura dos quartos. Meu grande aliado na busca interminável pelo hostel perfeito nessa minha viagem ao Rio foi o TripAdvisor; lá é possível obter todas as informações que eu citei, além de avaliações e depoimentos reais de pessoas que se hospedaram no lugar em questão. Outra coisa que foi uma mão na roda foram as fotos que os viajantes podem colocar na hora de avaliar um hotel/hostel. Em uma viagem que fiz, confiei cegamente nas fotos que a gerência colocou no site do hotel e, quando cheguei lá, vi que o lugar não era nem de longe o que eles anunciavam. Real eyes realize real lies, galera!

3. Sobre as passagens: Na minha opinião, as passagens devem ser compradas depois da reserva do hotel, assim você tem a garantia que vai chegar ao seu destino com a garantia de um teto pra dormir. Se a viagem for longa, investir em passagens que oferecem melhor conforto vale muito a pena; te garanto que 13 horas na classe econômica não é o melhor pra sua coluna. Não sei o quanto isso vale para passagens de ônibus, mas se para passagens aéreas é sempre bom ficar de olho em promoções, mas preste atenção nas letras miúdas: normalmente as promoções só são válidas para vôos de data x até data y!

4. Onde ir? O que fazer? Se você conhece alguém que já visitou seu futuro destino, peça dicas de lugares para visitar, restaurantes e eventos imperdíveis. Conselhos sobre locomoção também são super importantes, ainda mais se sua viagem for internacional: nem sempre em outros países o sistema de trânsito e transporte público são similares aos que a gente está acostumado. Guias de viagem ajudam pra caramba, mas acho que há nada como a voz da experiência de quem já visitou o lugar e relatou a experiência em posts (sites e blogs) ou em vídeos/vlogs no YouTube.

5. Tenha planos para o dia: Quando você decide viajar pra algum lugar, motivo tem! Depois de montar uma listinha com todas as coisas que você pretende fazer durante a viagem, uma opção legal é pegar um mapa da cidade e marcar onde fica cada coisa; assim fica fácil planejar melhor seus dias. Se vocês quer ir em vários lugares num bairro x, reserve um dia exclusivo pra bater perna por lá! Não precisa montar uma super agenda e seguir religiosamente os horários pré-cronometrados, mas ter uma ideia geral dos planos para o dia é sempre bom e faz com que você consiga aproveitar melhor seu tempo.